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Migrando SQL Server para SQL Azure via BacPac

Há duas grandes vantagens de se trabalhar com o SQL Azure diretamente ao invés do SQL Server, uma delas está na simplicidade do gerenciamento, uma vez que você não precisa se preocupar com a infraestrutura onde o serviço é hospedado, ou seja, contingência, escalabilidade, backup e updates são questões que a Microsoft tem que lidar e não você. A outra vantagem está no custo, que pode ser muito menor que no modelo on-premises. Além disso, é uma forma muito mais amigável para empresas que não possuem profissionais de devops ou de infra dando apoio aos desenvolvedores de aplicação. É claro que nem tudo são flores. Há algumas limitações no SQL Azure que você precisa estar ciente principalmente quando está tentando migrar uma base de dados existente. Recomendo ler este [1] artigo para mais informações.

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Melhores práticas para performance em Sql Server

As dúvidas mais comuns em provisionamento de máquinas virtuais com Sql Server no Azure estão geralmente relacionados a performance. Que tipo de máquina utilizar? Como garantir melhor performance de disco? Como aproveitar o cache? Qual a vantagem de máquinas com SSD (tipo D)? Neste artigo, vou explorar algumas das principais técnicas e melhores práticas de provisionamento de servidores Sql Server para responder a estas e outras perguntas.

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Adicionando endpoints externos ao Traffic Manager

Para quem já precisou utilizar o serviço de traffic manager no Azure, seja para criar alguma arquitetura de contingência ou performance, já deve ter percebido que no portal não há uma forma de adicionar endpoints que não estejam dentro da sua assinatura. Pois bem, isso não quer dizer que não seja possível adicionar um servidor on-premise, mas teremos que novamente recorrer ao powershell. Neste artigo vou ensinar os comandos básicos de configuração dos endpoints de um traffic manager através do powershell. Caso ainda precise instalar, veja aqui [1].

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Utilizando o Azure para envio de e-mails: Configurando DNS Reverso

Uma das principais tarefas que precisamos realizar quando queremos configurar um servidor de e-mail é justamente garantir que as entradas de DNS estejam corretamente configuradas. Para receber, geralmente nos preocupamos com as entradas de registro MX, este é quem vai dizer qual dos nossos servidores está responsável por receber e-mails enviados para nosso domínio. Para enviar, não precisamos de nenhum registro específico para que o transporte funcione, mas isso não quer dizer que não teremos problemas.

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Iniciando e desligando VMs com Automation

O serviço Automation do Azure fornece uma maneira para executar work flows de Powershell de maneira contínua, programada ou sob demanda. Para uma visão geral do serviço, sugiro dar uma lida na página de documentação neste link [1]. De uma forma geral o serviço funciona muito bem, mas a documentação ainda precisa melhorar e os scripts da galeria precisam ser atualizados, pois descobri que muitos não funcionam mais ou estão parcialmente implementados. Neste artigo vou demonstrar como criar uma conta de Automation e efetuar a configuração básica de credenciamento para conseguir executar operações dentro do ambiente do Azure.

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Trabalhando com Storage Spaces em Máquinas Virtuais

Para quem ainda não conhece, o Windows Server 2012 (e Windows 8) possui uma nova tecnologia que permite virtualizar storage através do agrupando de discos chamado Storage Pools. O disco virtual criado a partir do Storage Pool é chamado de Storage Spaces.

Neste artigo vou demonstrar como inicializar um conjunto de discos em uma máquina virtual a partir do Portal do Azure ou via Powershell e criar um Storage Space no Windows Server 2012.

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Mantendo conexões persistentes no Load Balancer do Azure

Migrar websites que não foram preparados para ambientes de nuvem nem sempre é uma tarefa fácil. Há muito o que considerar antes de tomar decisões na arquitetura que a nova aplicação terá. Uma delas é quando queremos trabalhar com múltiplos servidores web em um conjunto de load balance. A maioria dos websites foram desenvolvidos para executar em apenas um servidor físico e quando migramos esta aplicação para uma arquitetura multi-servidor problemas como escritas em disco ou gerenciamento de sessão podem surgir.

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